ASSERTI PROMOVE ENCONTRO ENTRE ASSOCIAÇÕES DE TI DO INTERIOR DE SÃO PAULO PARA AJUSTAR PROPOSTAS PARA CONVENÇÃO COLETIVA DE 2016.

No dia 10/11/2015 a ASSERTI realizou a Assembleia Geral mais importante do ano para as empresas do ramo de tecnologia da informação pois, nela tratou-se das propostas para Convenção Coletiva de 2016.

A Assembleia contou com a participação dos membros da ASSERTI, do corpo diretor da APL (associação de Presidente Prudente/SP) e da CTRA (associação de Araçatuba/SP).

 

 

assembleia 2015.11.10 tratativas para convenção coletiva de 2016

Desse encontro nasceram as principais propostas a serem levadas ao SEPROSP (Sindicato das empresas do ramo de TI) para as futuras discussões para a elaboração da Convenção Coletiva de 2016.

As associações das empresas de TI do interior de São Paulo, diante do cenário econômico atual, demonstraram preocupações não só com a sobrevivência das empresas durante esse período de crise, mas também com os postos de trabalho e com seus colaboradores. As propostas pautaram-se na preservação dos empregos com o objetivo de empresários e colaboradores atravessarem as dificuldades do país juntas.

O cenário macroeconômico para vários setores é de baixo crescimento, os juros tendem a se manter altos, as empresas que precisam de recursos para crescer e manter-se competitivas estão sentindo a retração dos bancos em relação a  liberação de crédito, as demandas para realizações de novos projetos diminuíram consideravelmente e os clientes vêm buscando abatimentos nos contratos já firmados deixando de renová-los, o clima de instabilidade e incerteza pede alternativas viáveis e criativas por parte dos empresários e manter os colaboradores comprometidos e integrados com a visão, missão e objetivos das empresas é a melhor forma de lidar com a crise.

A crise já está estabelecida em diversos segmentos da economia, e apesar do ramo de TI possuir fôlego para crescer como é o caso das empresas especializadas em controle, gestão, performance e mobilidade, ou seja, aquelas ligadas à redução de custos e eficiência operacional, ainda não se pode prever se os ajustes governamentais surtirão efeitos o que afeta nossa percepção do mercado como um todo e inviabiliza a tomada de medidas que signifiquem aumento de gastos dentro das empresas.

O que se sabe é que as empresas que mantiveram suas posições ou que foram menos prejudicadas foram justamente aquelas que souberam cortar gastos e que controlaram seus investimentos, portanto, não será possível trabalhar com a proposta de ganho real, independentemente das proposta que sejam levadas à mesa de negociações pelo SINDPD (Sindicato dos trabalhadores do ramo de TI), essa é a posição uníssona das empresas, as quais pretendem demonstrar a aritmética de que deixar de ganhar significa não perder.

 

 

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